Saiba o que comer depois de extrair um dente

Saiba o que comer depois de extrair um dente 

O procedimento de extração de dente pode ocorrer em diversas etapas da vida e por diferentes motivos, sendo que inflamações dentárias ou mesmo o posicionamento do siso tendem ser os principais causadores da extração.

Devido a isso, é interessante saber como esse procedimento funciona e o porquê de serem, muitas vezes, necessários – bem como quais cuidados ter após realizar a extração.

Por isso, no artigo a seguir você lerá mais profundamente sobre a extração do dente, os principais motivos que levam uma pessoa a ter de arrancar o dente, em que fase da vida isso é mais comum e quais os cuidados que as pessoas devem ter após extrair um dente.

Por que os dentes precisam ser extraídos?

Apesar de parecerem simples, os dentes são estruturas bastante complexas, principalmente quando relacionamos todos eles em apenas um conjunto: a dentição ou arcada dentária.

Como eles desempenham um papel fundamental, especialmente no processo de mastigação e fala, é fundamental que todas as estruturas estejam saudáveis e resistentes. 

A formação dos dentes começa ainda nos primeiros meses de vida. Entretanto, os primeiros dentes só começam a surgir a partir dos 6 meses e são chamados de decíduos ou dentes de leite.

Contudo, em algum momento, eles cairão, sendo substituídos pelos dentes permanentes, que começam a nascer logo na sequência da queda dos primeiros dentes, sendo a troca realizada por volta dos 7 anos.

Na primeira dentição, os pais podem precisar recorrer ao plano odontologico para extrair um dente que esteja prejudicando a formação da arcada dentária e o nascimento de outros dentes. 

Contudo, dificilmente isso é necessário e o ideal é que o dente seja avaliado pelo profissional antes de qualquer procedimento.

Nos dentes de leite, esse processo é mais simples, pois eles já estão programados para caírem, possuindo raízes mais curtas que as dos dentes permanentes.

Agora, na segunda dentição, isso pode significar uma operação mais complexa e, geralmente, os motivos também demandam mais atenção. 

Algumas situações que podem levar uma pessoa a arrancar um ou mais dentes permanentes são:

  • Cáries profundas;
  • Infecções que destruíram os dentes;
  • Infecções que afetam o osso adjacente aos dentes;
  • Falta de espaço para o nascimento correto (geralmente siso).

Como os dentes são extraídos?

O processo de extração dos dentes em um odonto empresarial, clínica particular ou atendimento público não sofre muita alteração, considerando os protocolos de base. 

Contudo, sua devida realização pode depender de uma série de fatores, como a complexidade desse procedimento, quantos dentes devem ser extraídos, qual a região a ser operada e quais as condições de saúde geral do paciente e da clínica.

Independentemente desses aspectos, existem algumas etapas que precisam ser seguidas. 

Primeiramente, o dentista deve realizar uma série de exames, como uma radiografia, para identificar melhor o tamanho do dente e do osso que foram afetados e precisam ser extraídos.

Com o raio-x e demais avaliações, os profissionais conseguem avaliar a melhor maneira de realizar a extração.

Dependendo da complexidade, ele pode te encaminhar para um cirurgião dentista, que deve ser encontrado dentro do mesmo convenio odontologico, no caso do processo estar sendo feito junto ao plano.

Já na parte efetiva do procedimento, a anestesia deve ser aplicada para diminuir o conforto dos pacientes e facilitar a extração.

A partir daí, o dentista responsável utilizará todos os instrumentos necessários para extrair o dente, realizando uma pequena incisão na gengiva e buscando danificar o mínimo possível a estrutura dos demais dentes. 

Cuidados necessários

Após qualquer procedimento odontológico, especialmente cirúrgico, os pacientes precisam ter alguns cuidados, seguindo as recomendações que são passadas pelos especialistas do plano dental para mei conforme o procedimento realizado.

Para quem costuma fumar ou consumir bebidas alcoólicas com frequência, por exemplo, é fundamental tais produtos e ficar atento ao passar por esse tipo de procedimento. 

Afinal, além de prejudicarem a qualidade do procedimento, podem impactar na recuperação/cicatrização e causar novas inflamações e até o câncer de boca.

Outras recomendações são: manter a higienização dos dentes e da região afetada; manter o repouso necessário para que a região seja cicatrizada e os pontos não estourem; e adequar a alimentação, principalmente nos primeiros dias pós cirurgia.

Normalmente, os profissionais do plano odontologico empresarial recomendam consumir alimentos em temperaturas mais amenas, muitas vezes até gelados, como sorvetes, sopas frias, smoothies, bebidas geladas, entre outros, para reduzir o inchaço e evitar problemas no ponto.

Além disso, o ideal é investir em produtos mais pastosos, de modo a evitar a mastigação e manter a nutrição sem que a cavidade seja comprometida. Lembre-se que a região operada é mais sensível e qualquer esforço pode romper os pontos e demandar atendimento urgente.

Cabe dizer que também existem restrições alimentares que devem ser respeitadas para que a mucosa geral não seja afetada, como alimentos ácidos, molhos picantes, alimentos muito quentes e comidas crocantes, que devem ser evitados para manter a integridade e recuperação.

Por fim, é preciso ressaltar que a qualquer dúvida acerca do que pode e o que não pode ser feito no período pré e pós extração dentária, é importante consultar o dentista responsável pelo caso para informações mais detalhadas e precisas acerca das especificidades que podem existir no seu quadro, tendo ainda mais segurança e qualidade no tratamento.
Conteúdo desenvolvido pela equipe do Conviva Melhor, blog criado com o intuito de melhorar a saúde e o bem-estar por meio de conteúdos que reforçam a importância dos cuidados regulares.

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